quarta-feira, 1 de junho de 2016

Bora lá falar sobre o facto de haver sempre algo metido entre mim e o Dilan...




Era uma vez uma menina chamada Mellia. A Mellia apresentou o livro "O Diário de Anne Frank" à sua turma. A Mellia pediu a um colega para ler um excerto do livro, mas o colega recusou. A Chloé e o Dilan perguntaram se podiam ser eles a ler. A Chlóe ofereceu-se primeiro e por isso teve de ser a Chlóe a ler. A Mellia queria muito que tivesse sido o Dilan, porque ela, quando preparou a apresentação, esquematizou tudo e escolheu aquela passagem em específico para que fosse o Dilan a ler.
Mas que excerto era esse afinal? Era o seguinte:

"Quem me dera que ele se atrevesse a dizer mais. Mas, quem sabe, talvez essa altura chegue mais depressa do que eu penso! UMA OU DUAS VEZES POR DIA ELE LANÇA-ME UM OLHAR CÚMPLICE, eu pisco o olho em resposta, E FICAMOS OS DOIS CONTENTES. PARECE UMA LOUCURA ESTAR A DIZER QUE ELE FICA CONTENTE, E CONTUDO TENHO UMA SENSAÇÃO MUITO FORTE DE QUE ELE SENTE O MESMO QUE EU."

Pois, era uma indireta para o Dilan. Pois, a Chloé estragou tudo.

Moral da história: essa Mellia deve ter sido uma pessoa horrível numa vida passada porque realmente nem o raio da sorte ou do destino é capaz de estar do lado dela!

5 comentários:

  1. O plano era óptimo, foi uma pena não ter corrido como esperavas. Mas pode ser que a mensagem tenha chegado ao outro lado! Se ele for minimamente inteligente, vai perceber ;)

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  2. se calhar até foi melhor assim porque, se estivesse a ler ele em voz alta, provavelmente nem prestava atenção ao que dizia (pelo menos, eu nunca presto! ahahah) e assim teve atenção ao que ela esteve a dizer ;)

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  3. posso dizer? achei a coisa mais linda desse universo!!! <3

    abraco.

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  4. Ohhh eu achei o plano fantástico e achei algo super mas super querido. Não acontece por acaso...

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