quinta-feira, 28 de abril de 2016

Eu estou rodeada de gente maluca e muuuitoooo parva!




Esta semana já aconteceu de tudo! 
Por exemplo, ultimamente ando em choque constante com o Vincent (o raio do rapaz deixa-me com os cabelos em pé!) o que aparentemente agrada ao Dilan (também existe a possibilidade de ser só eu a inventar). É que já não é a primeira vez que eu e o Vincent discutimos na aula de Literatura, e como o Dilan agora está com o Vincent nas aulas de Literatura dá para eu me aperceber melhor de certas coisas. A primeira vez que discutimos foi porque o Vincent agora decidiu gozar com a minha maneira de falar, aparentemente falo à "sopinha de massa". Eu estava a ler e ele interrompe-me para gozar. Bem, não estão bem a ver, passei-me!
Na aula de ontem discutimos porque eu pedi o corretor ao Dilan, o Dilan diz para o Vincent me passar o corretor e ele simplesmente pousa-o no chão. Aíííí que nervos este rapaz! Mas calma, não é tudo, porque ao que parece eu tenho os defeitos todos do mundo. Lembrou-se ainda de gozar com os meus olhos por serem muito grandes, eu voltei a descontrolar-me! Só que desta vez também eu lhe apontei um defeito. Depois de o fazer reparo que o Dilan está a rir-se, como que satisfeito por me ver a defender-me/enfrentar do/o Vincent. É que o Vincent é mesmo 8 ou 80, tanto é um querido como um grande estúpido!
Bem, bem, esta conversa do Dilan tem outro propósito, porque esta semana não podia terminar sem que o meu pé ficasse a aula de História inteira atado à mesa e à cadeira do Finnick (eu acho que até já fiz uma referência dele aqui no blogue só que sem lhe atribuir um nome). Sim, leram bem. O Finnick é só um parvo, decidiu desapertar o meu atacador e amarra-lo à sua mesa e cadeira durante a aula praticamente toda. Imaginem o meu sofrimento. O curioso(?) foi que o Dilan estava constantemente a obrigá-lo a tirar aquilo (o que ele acabou por fazer bem mais tarde, sem a influência do Dilan). 
Foi bom sentir-me protegida por ele. Faz com que as coisas até se aproximem um pouco daquilo que eram... Ao mesmo tempo que penso nisto, outro pensamento se apodera de mim: o de que eu tenho de esquecer o Dilan. Caramba tem sido realmente difícil. É que apesar de as coisas estarem diferentes eu continuo a ser uma pessoa a quem ele recorre com frequência, ou seja, eu tentar manter a distância dele é difícil quando ele se precisa de alguma coisa me pede ajuda.
Isto tudo é uma treta tão grande é que eu sei, tenho a plena consciência de que o melhor para mim é afastar-me dele, mas depois quando o vejo, quando ele sorri para mim, quando ele fala para mim, as coisas complicam-se todas e lá sou eu obrigada a falar com ele e a babar-me toda.
Acho que não há mesmo outra maneira de terminar esta publicação a não ser como terminei a anterior: "Progressos: zero".


P.S. Eu sei bem que também não é em dois ou três dias que uma pessoa se desliga de outra, mas é que embora a força de vontade até seja muita no final de contas os avanços são nenhuns. É que cada vez se torna mais difícil afastar-me do Dilan...

10 comentários:

  1. Identifiquei-me com o que escreveste. Por vezes as pessoas são difíceis de esquecer, mais vais ver que, um dia, dás por ti a NÃO pensar no Dilan. E quanto ao Vincent, eu tenho um colega que é igualzinho a ele, e ele chegou a fazer-me uma coisa parecida a essa dos atacadores. Também fiquei fula, mas aprendi que, nessas horas, é importante fingir que levaste na brincadeira, mesmo que te irrites, porque assim eles continuarão a fazer. Ou então não :/
    Beijinhos

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  2. Já tive tantos colegas parvos como o Vincent! O melhor que tens a fazer é mesmo ignorar e não te mostrar afectada, ou então levar para a brincadeira.
    É normal ainda não teres esquecido o Dilan, ainda passou pouco tempo e vocês vêem-se todos os dias nas aulas. Vais ver que um dia ele te vai ser completamente indiferente, não desistas! :)

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  3. É difícil esquecer uma pessoa que vemos e falamos todos os dias, só te posso desejar força ❤

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  4. "Progressos: zero" - faço minhas as tuas palavras, acredita. Quando penso que, finalmente, estou no caminho certo... Apercebo-me de que não. Enfim!
    Não sei, mas o Dilan parece-me demasiado inconstante e, o Vincent, muito infantil. Eu sei que vocês estão no 10º ano, contudo, o Dilan é mais velho que tu, certo? Mesmo que seja só um ano ou dois, faz diferença e eu acho que ele tem atitudes não muito normais para uma pessoa de 15 ou mais anos... Mas isto, digo eu.
    Não sei se te faz bem estar sempre a interagir com ele. Também compreendo que, muitas das vezes, nem és tu que inicias conversas e assim... É ele, mas eu não percebo porque é que ele o faz se, no fim de tudo, só te magoa. Talvez goste de ti mas seja um player da pior espécie. Ou então adora divertir-se e não tem a mínima noção de nada.
    Só sei que és demasiado fantástica para estar sujeita a estas porcarias, ouviste bem, menina Mellia? Quero ver um grande sorriso nessa cara linda! :)
    Bom fim de semana, querida.

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  5. r: ele sabe muito bem o que sinto

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  6. R: Pelo que eles me disseram, porque eu ainda não tive tempo para ir ver, vão destruir o poço de Lázaro e ela morre lá...

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  7. R: Sim, está tudo relacionado comigo, com o Z e o D... :/
    Ah ok, então têm quase dois anos de diferença. É considerável, mas nada que não se ultrapasse.
    Será que ele está a combater os próprios sentimentos? Do género: "Eu não vou gostar da Mellia, não posso, não dá, tenho que agir de forma diferente para ver se ela se afasta"?
    É óbvio que isso te magoa, minha querida, principalmente porque o amas imenso. :( Creio que devias ser totalmente sincera com ele, ter uma conversa longa e explicar-lhe tudo e também fazer-lhe ver que tudo tem que ficar bem claro entre vocês.

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  8. R: Afinal a Laurel morre por causa do Dark! Odeio aquele homem!

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  9. tens que ter calma, não é com um estalar de dedos que consegues apagar alguém... aos pouquinhos as coisas melhoram, tem calma e paciência! <3

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  10. Pelos vistos a frase "não é em dois ou três dias que uma pessoa se desliga de outra", é a nossa frase nos últimos dias Mellita.
    Fixa nela, lê-a quantas vezes precisares, em todos os sentidos!

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